Num mundo em que a eficiência e o bem-estar dos colaboradores são fundamentais para o sucesso de qualquer empresa, a pesquisa e o desenvolvimento de metodologia com base científica surgem com respostas para os desafios ergonômicos enfrentados diariamente nos ambientes de trabalho, causados por problemas ergonômicos, como lesões e transtornos frequentes, conflitos e divergências, processos produtivos confusos ou deficientes, baixa produtividade.
As respostas obtidas por meio do FIRE são processadas com apoio de inteligência artificial, com identificação precisa dos riscos ergonômicos relativos as demandas intrínsecas (osteomusculares, cognitivas e psicossociais) e extrísecas (organizacionais e ambientais), determinando a frequência, intensidade e duração em que ocorrem, fornecendo um diagnóstico ergonômico completo para a sua empresa, gerando relatórios detalhados, com insights poderosos para tomada decisões estratégicas nos planos de trabalho.
A aplicação do FIRE é simples, feita de forma online, direto no celular do trabalhador, no qual o respondente se posiciona em relação às dimensões de intensidade, frequência e duração do próprio incômodo físico e/ou mental nos fatores de risco relativos às demandas intrínsecas (musculoesqueléticas, cognitivas e psicossociais) e extrínsecas (organizacionais e ambientais).
Nesse sentido, utilizamos o formulário do Método FIRE para atender ao requisito de consultar os trabalhadores quanto à percepção dos riscos ocupacionais (itens 1.5.3.3 da NR-1 e 17.3.8 da NR-17), uma vez que o item 1.5.4.4.2.1 da NR-1, estabelece como competência da organização a indicação das ferramentas e técnicas de avaliação mais adequadas ao risco ou circunstância em avaliação.
A validação técnica (algoritmo) e a validação científica (estatística – confiabilidade e erro amostral) do Método FIRE, foram consolidadas com base na curva normalizada da HRN (Hazard Rating Number) e aproximações sucessivas, a partir da aplicação do modelo em dezenas de amostras pequenas e grandes (de 10 a 3.200 colaboradores), convalidadas diretamente pelos respondentes e gestores.
A sua abordagem ergonômica holística é de natureza transdisciplinar, que considera o sistema trabalho como um todo, levando em conta sua interação entre os aspectos físicos, cognitivos e psicossociais (fatores intrínsecos), bem como os organizacionais e ambientais (fatores extrínsecos), para otimizar o ambiente de trabalho e assim promover a saúde, a segurança, a eficiência/eficácia e o bem-estar dos trabalhadores.
O item 17.1.3 da NR-17 trata da Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) das situações de trabalho e, especificamente no item 17.3.1.2, rege que a AEP pode ser contemplada nas etapas do processo de identificação de perigos e de avaliação dos riscos descrito no item 1.5.4 da NR-01.
Nós utilizamos o Método Faire (Fator de Investigação do Risco Ergonômico) na investigação de não conformidades ergonômicas, a qual adota como elementos essenciais de estudo: a demanda (necessidade), a tarefa (condição do trabalho prescrito) e a atividade (situação de execução do trabalho) para posterior conversão numérica e processamento com base no método Hazard Rating Number (HRN).
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